O Assassinato no Expresso do Oriente

Oi pessoal, hoje é sexta feira, dia de mais uma resenha aqui no Hábito de Ler, e, com a estreia nos cinemas brasileiros de uma nova adaptação do “O Assassinato no Expresso do Oriente” no dia 30 de novembro, escolhi o livro da Agatha Christie que deu origem ao filme.

Este livro também está na minha lista de favoritos. O filme eu ainda não pude assistir, mas vou fazer isso em breve e postarei aqui um comparativo entre os dois.

Agatha Christie é uma da autora com grande número de vendas no meio literário, suas obras produzem lucros até os dias de hoje. Assim sendo, não é difícil entender porque elas provocam algum receio aos cineastas na hora de pensarem em uma possível adaptação para o cinema.

Conhecida como a rainha do crime, Agatha Christie produziu muitas obras de suspense e mistério, fato que a tornou referência mundial no gênero.

O livro “O Assassinato no Expresso do Oriente” foi publicado em 1934. Trata-se de uma das primeiras publicações da autora e traz como protagonista o detetive belga Hercule Poirot. Como sempre, Agatha Christie caprichou na riqueza de detalhes nesta narrativa.

A maioria dos leitores de Agatha Christie tem este livro como sua obra favorita. “O Assassinato no Expresso do Oriente”, já com 83 anos apresenta um ambiente singular, muito antigo, onde tudo foge a nossa realidade, continua instigando fascínio aos leitores atuais.

Em “O Assassinato no Expresso do Oriente” tudo acontece dentro do trem. O detetive Hercule Poirot ao chegar à Turquia, onde pretendia tirar alguns dias de férias, recebe um telegrama solicitando sua volta urgente para Londres. Com tanta urgência exigida, Poirot embarca no Expresso do Oriente imediatamente.

No segundo dia de viagem, o trem, já na Iugoslávia, encara uma imensa nevasca que o deixa soterrado na neve e o impede de prosseguir viagem. Neste momento, acontece um assassinato de um homem muito rico no interior do trem. Este homem morre vítima de muitas facadas. O diretor da companhia pede a Poirot que investigue e desvende o caso.

Não posso continuar, afinal, não quero que essa resenha seja um spoiler, portanto, sugiro que você leia o livro para desvendar este mistério.

Talvez, o que seja um pouco cansativo para alguns leitores, é o capítulo Os Testemunhos onde a autora relata os depoimentos de todos que estavam no trem no momento do crime, isso porque, em um primeiro momento, estes depoimentos parecem muito extensos, porém, vale lembrar que estamos falando de uma obra de Agatha Christie, escritora detalhista, o que torna o livro mais interessante ainda, já que tais detalhes são fundamentais para ativar nossa curiosidade e atenção.

Durante a leitura você verá que cada resposta representará mudanças e surpresas provocando um verdadeiro jogo entre os envolvidos, no caso o assassino e o detetive Poirot.

Como sempre, com muita maestria, a rainha do crime, nos apresenta um final totalmente diferente daqueles que pudemos imaginar no decorrer da leitura do livro.

Você que gosta de se emocionar com a leitura, não pode deixar de ler “O Assassinato no Expresso do Oriente”. É instigante!

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